terça-feira, 29 de novembro de 2011

Posicionamento do SINTE/SC sobre o Ensino Médio Integral em Santa Catarina

INFORMAÇÕES ESTAS QUE RECEBI DA Coordenação Estadual do SINTE/SC, CASO TENHA OUTRA VISÃO FAVOR ENVIAR PARA O GRUPO DE EMAIL QUE IREMOS POSTAR NO BLOG

A educação pública brasileira encontra-se em disputa neste momento histórico. Para governantes, empresários e agências multilaterais (BID, Banco Mundial), de um lado, se atribui à educação básica a responsabilidade pela preparação ao mercado de trabalho. Desta forma, o Ensino Médio é o alvo escolhido de políticas que visam a “necessidade” da escola readequar-se, para atender os novos requisitos impostos ao trabalhador. O ensino técnico e o ensino médio regular foram redefinidos para responder a transformações sociais e políticas desencadeadas pelas reformas do Estado sob égide da globalização do capital. Assim, o EM assume a funcionalidade de formar mão-de-obra com maior nível de qualificação capaz de ajustar-se à mobilidade que caracteriza o mercado de trabalho e os novos requisitos impostos pela reestruturação produtiva.

O projeto de EM integral proposto pela SED segue essa lógica quando:

1-                  Não amplia o debate sobre a função social do EM com o envolvimento efetivo dos alunos e responsáveis que fazem o cotidiano da escola;
2-                  Não considera a reforma da organização escolar em função do perfil dos estudantes sobretudo aos que necessitam trabalhar e daqueles que estudam à noite.
3-                  Despreza a articulação entre a formação geral e a profissional como componentes indissociáveis, isto é, reafirma a cisão entre a preparação para o trabalho e a continuidade dos estudos.
4-                  Não considera a prática educativa momento fundamental para a confecção de novas consciências solidárias, ao contrário, preconiza no currículo a edição do Empreendedorismo/Empresa Júnior, projeto de nítido compromisso com o setor patronal/empresarial.
5-                  Estabelece a contratação de profissionais sem formação acadêmica na área educacional. Com isso, agrava a precarização, mantendo o grande número de ACTs, e aprofunda o déficit crônico de professores, por exemplo, na área das ciências exatas. O projeto de EMI, inclusive, poderia vir acompanhado do anuncio do concurso público de ingresso incluindo a contratação de bibliotecários e a opção para profissionais com jornada de dedicação exclusiva e valorizados com Piso Salarial Profissional Nacional na Carreira.
6-                  Aprofunda a desvinculação entre a preparação para o trabalho e a formação científica, pois aos trabalhadores é assegurado apenas o conhecimento estritamente necessário ao exercício de determinadas funções. Como principio pedagógico a iniciação na pesquisa deve estabelecer-se como instrumento para que os estudantes sejam capazes de buscar e reconstruir o conhecimento.
7-                  Não ocorre a integração entre a educação, as dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia, da cultura como estabelece as premissas para o itinerário escolar segundo as novas diretrizes nacionais (CNE/2011. Cap. II. Art. 5º. VIII) base da proposta do desenvolvimento curricular. Essa organização não exclui componentes específicos e saberes próprios, incluídos no projeto político pedagógico, como, por exemplo, o debate sobre os Direitos Humanos constituído como irrevogável princípio nacional e elemento norteador dessa etapa da educação.



Considerações Finais

O governo do estado agiu de forma equivocada e autoritária ao não discutir com a sociedade a implementação do projeto do EMI, cujo objetivo, segundo o MEC, devia-se priorizar as escolas com menor índice de desenvolvimento. Estabeleceu-se, desta forma um processo de experimentalismo que pode trazer graves prejuízos a estrutura educacional de Santa Catarina.

Outro pressuposto indispensável para o projeto produzir bons frutos seria uma política de formação dos profissionais da educação que possibilitasse a compreensão e inclusive a aceitação da nova experiência curricular.

O Ensino Médio necessita ser redimensionado e ter definido sua identidade, portanto, o formato de Ensino Integral pode garantir mais significado e a permanência da juventude na escola. O SINTE-SC se posiciona contrário por entender que o caminho escolhido para a implementação do projeto traz prejuízos para toda comunidade escolar.
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GREVE DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DE SC PARA 2012 - ATO 1

Por Professor Francisco Assis Rocha 

 Greve do magistério público de SC para 2012

Saiu no DC no dia 23 a seguinte matéria 
O ano de 2012 poderá começar com greve no magistério estadual catarinense. Pelo menos é o que sinalizou nesta terça-feira o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/SC), em Florianópolis, ao se manifestar sobre o reajuste de 8% oferecido pelo governo a todos os servidores.

Na avaliação do Sinte, ainda ficará faltando 16,68% de aumento no vencimento dos servidores da educação para se chegar ao piso nacional determinado pelo Ministério da Educação e pelo Supremo Tribunal Federal. Uma assembleia estadual, na primeira quinzena de dezembro, decidirá os rumos que a categoria irá tomar.

Quando comentei a matéria na sala dos professores de minha escola - Euclides da Cunha em Nereu Ramos, foi um misto de medo, insegurança e descrédito. 
O medo de alguns professores diante de possível greve e a insegurança de que rumo tomarei, pois existe um grupo muito unido e as por demais aguerrido na arte da greve.
A insegurança, pois sabemos do que esse pretenso governo que a cada problema que acontece na esfera estadual (leia-se ameaça de greve) ele pega seu avião e vai para a  europa, tipo assim não tô nem ai, fica usando a filosofia da vaca, "cagando e andando" e é esse mesmo que virá com os seu pedir votos em nossa porta para seus candidatos a prefeito (a)  e vereadores.
Descrétido, alguns professores e diretores ainda acreditam que esse pseudo governo que se encontra lá em Florianópolis tem boas intenções, e quer o melhor para a educação de SC, assim não acreditam que seja possível que de novo "esses" professores entrem em greve.
 Depois de ouvir dizer, pois não estava lá, que o sr. Deschamps e a (Elizete Melo) "mãezinha" das AEs dizer que os professores, diretores, AEs e ATPs são burros que não entendem de lei, está na hora de mostrar a essa corja de FDPs que entendemos sim de leis, se necessário for temos de nos organizar e trazer especialistas em lei para orientar nossos professores na regional local. 
Se nós enquanto base da categoria não nos organizarmos e mostrarmos a esse covil de lobos vestidos de vovózinhas que não somos galinhas mas sim águias, lembrando Leonardo Boff, nós vamos iniciar uma greve já declarada perdida. Sugiro que não fiquemos esperando, pois mesmo entre os líderes do sindicato a nível estadual a joio misturado em nosso trigo.

"Instruí-vos, porque precisamos da vossa inteligência. Agitai-vos, porque precisamos do vosso entusiasmo. Organizai-vos, porque carecemos de toda a vossa força".
(Palavra de ordem da revista L'Ordine Nuovo, que teve Gramsci entre seus fundadores) 
"Há instantes em que somos senhores do nosso destino."
(Shakespeare)

"Nada deve parecer natural. Nada deve parecer impossível de mudar."
(Bertolt Brecht)  
"Há homens que lutam um dia e são bons,
Há outros que lutam um ano e são melhores,
Há os que lutam muitos anos e são muito bons,
Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis."

(Bertolt Brecht)

"De nada valem as idéias sem homens que possam pô-las em prática." (Karl Marx)
Se esses imperativos não nos impulsionam a lutar pelo que é nosso por direito, então devemos mudar de profissão, vamos ser pedreiros, profissão que eu considero extremamente honrada e que hoje paga muito mais, é só acessar o concurso de Massaranduba que você vai descobrir.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

FORMAÇÃO

Ajudar a elaborar e aplicar o projeto da escola, dar orientação em questões pedagógicas e, principalmente, atuar na formação contínua dos professores. Essas são as funções do coordenador pedagógico (também conhecido em algumas regiões do país como supervisor ou orientador), um especialista em refletir sobre o trabalho em sala de aula. "Seu papel é estudar e usar as teorias para fundamentar o fazer e o pensar dos docentes. Assim, é necessário que ele antecipe conhecimentos para o grupo. Para isso é preciso ler muito, não só sobre conteúdos específicos, mas também livros de literatura, jornais e revistas. Um bom coordenador é também um apreciador das diferentes manifestações culturais. Visita regularmente museus e exposições e vai ao cinema e ao teatro e como nós Edelson, Vera e Adriana que participam do curso de especialização em coordenação pedagógica pela UFSC.
Professor Edelson Feiler - Pedagogo e especialista em gestão escolar.

FUNÇÃO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO

Dentro da escola, a função de coordenador pedagógico nem sempre é bem delimitada. Muitos acham que o profissional que exerce o cargo é um auxiliar do diretor para as questões burocráticas. Outros acreditam que cabe a ele resolver os problemas disciplinares dos alunos. E o pedagógico que está na denominação do cargo quase sempre é esquecido. Porém é essa palavra que define a tarefa do coordenador: fazer com que os professores se aprimorem na prática de sala de aula para que os alunos aprendam sempre. Para isso, ele só tem um caminho: realizar a formação continuada dos docentes da escola.  
A confusão sobre as tarefas do coordenador – em muitas redes também chamado de orientador ou supervisor pedagógico – está relacionada a concepções diferentes sobre a maneira como ele se torna um bom profissional. Há quem acredite que ensinar é uma vocação e, por isso, o “dom” nasceria com a pessoa. Outros afirmam que ele aprende por tentativa e erro, acumulando experiências de sala de aula. E ainda existem os que defendem que o domínio do “como ensinar” vem da mera reprodução de roteiros prontos de aulas e de atividades. A necessidade de haver formação continuada só surge quando o professor é visto como um profissional que deve sempre aperfeiçoar sua prática ao fazer um trabalho de reflexão sobre ela e tem contato com o conhecimento didático. É aí que surge o papel de formador do coordenador pedagógico, que se torna imprescindível para orientar esse processo. 
Para bem cumprir a função, ele deve estar sempre atualizado (o que significa estudar muito) com as didáticas específicas – compostas dos saberes sobre os conteúdos, da forma de ensinar cada um deles e da maneira como as crianças aprendem. As pesquisas sobre elas costumam ser divulgadas em seminários, livros, internet e em diversas reportagens publicadas pela revista NOVA ESCOLA. É com esse conhecimento que o coordenador pedagógico planeja os encontros de formação.

Professor Edelson Feiler - Pedagogo e especialista em gestão escolar.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

ORIENTAÇÃO


Orientação

Você já parou para pensar no termo orientar-se. Vem da palavra oriente que olhando etimologicamente significaria  do latim oriens, ‘o sol nascente’, de orior, orire, ‘surgir, tornar-se visível’, palavra da qual nos vem também ‘origem’. A palavra ocidente nos vem do latim occidens, ‘o sol poente’, de occ-cidere, de op, ‘embaixo etc’, e cadere, ‘cair’. Seríamos induzidos ao seguinte entendimento: da mesma maneira que o sol nasce no Oriente, morre no Ocidente.
Quanto a palavra norte ela é um verbete de origem anglo-saxônica que se refere ao ponto de convergência de todos os meridianos terrestres.
Assim por analogia é comum nós ouvirmos comentários do tipo “esse menino está desorientado” ou ainda “você me parece desnorteado”. É esse o sentimento das pessoas quando perdem uma referência, é assim que ficam nossos filhos quando não lhes damos uma verdadeira direção, e quando não conseguimos convencê-los daquilo em que acreditamos. Meu pai nunca foi um homem de letras, mas sempre me ensinou algumas coisas que me marcaram e levarei para o resto de meus dias, sempre me ensinou a cumprir com os compromissos por mais árduos que eles fossem, e a nunca me atrasar quando marcar horários. Me ensinou que o respeito é algo que se conquista, ensinou-me que palavra dada é palavra empenhada, sempre me disse que educação era o maior tesouro que se pode das a alguém, nunca me faltaram livros, poderia até faltar brinquedos, mas não livros. E tudo isso ele não me ensinou com palavras, mas sim com exemplos. Outro dia passando os olhos pelo blog da Professora Jussara, desse educandário, encontrei um texto de Ruben Alves que se intitulava: A vida e a Manga onde o autor hábil como nunca consegue de uma situação corriqueira tirar lição para uma vida inteira, sobre a importância do diálogo, da ética, dos valores, dos contra-valores, de não ser pelego de governos antidemocráticos, e não ser refém de salários que compram nossa liberdade de escolha, ter a consciência limpa, conseguir dormir tranqüilo de que fez a coisa certa, ter brio, ter hombridade. Para não perderemos o norte bastam essas pequenas coisas. E mais tenho amigos que o tempo por ser indelével jamais separou, assim nem o tempo apaga os grandes amigos. E para pensar ainda mais nas coisas que acredito enquanto educador na área da Geografia, ouso dizer que das vozes dos outros eu levo a palavra, levo o que disseram e que os comprometem pois uma palavra uma vez dita não pode ser engolida, se for escrita ela poderá até ser apagada, mas nunca se apagará na mente daquele que ouviu, e as vezes ouvimos impropérios daqueles que outrora admirávamos. Dos sonhos dos outros eu tiro a razão, pois o que são os nossos sonhos, são os sonhos daqueles que ousaram sonhar antes de nós, e que tipo de sonhos eu tenho?  Aquele que meus pensamentos selecionam como bons e aptos a me fazer bem, ou não. Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros, observo quando me criticam, sei reconhecer quando estou errado, sei voltar atrás e dizer me perdoe pois errei, mas também sou taxativo quando amparado naquilo que é bom e direito para a classe a que pertenço, e talvez por isso entendo um pouco nosso tempo, pois entendo que deva existir ética até entre bandidos, entre governos corruptos e seus lacaios e pelegos e por fim das tantas saudades eu guardo a paixão...
Professor Francisco – Licenciado em Geografia pela Univali

GRUPO DE EMAILs


OLÁ PESSOAL!!!
NÓS DO GRUPO DE ARTICULAÇÃO E COMUNICAÇÃO (Vera, Salete e Edelson), CRIAMOS UMA LINHA DE COMUNICAÇÃO PARA OS "ARTICULADORES ESCOLARES , ATPs, ESPECIALISTA" , ENTÃO TODA VEZ QUE VCs MANDAREM UM EMAIL PARA : acao.coordenacao@hotmail.com, TODOS DO GRUPO RECEBERÁ ESSE EMAIL, ENTÃO MÃOS A OBRA OU SEJA, MÃOS NO TECLADO.

ESTAMOS ESPERANDO AS SUGESTÕES PARA REVINDICAR JUNTO À SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE SC, OS ITENS QUE GOSTARIAMOS QUE FOSSEM CONTEMPLADOS EM NOSSO ESTADUTO. MANDEM SUGESTÕES PARA NOSSO ENCONTRO E DISCUÇÃO: LOCAL, DIA E HORÁRIO. 
FAVOR REPASSAR O EMAIL AOS QUE NÃO ESTÃO NESTE GRUPO E SÓ MANDAR OS DADOS QUE COLOCAREMOS NO GRUPO.
marcia.kt@terra.com.br, gerson.cruz@bol.com.br, vera_verusca@yahoo.com.br, suzif@uol.com.br, liviartes@gmail.com, edelsonfeiler@yahoo.com.br, sandraodo@ibest.com.br, deniseleithold@yahoo.com.br, adrianaweiss@hotmail.com, nilsonderetti@gmail.com, taisedani@gmail.com, adriana241280@gmail.com, reginaderetti@bol.com.br, sirlene.laysa@yahoo.com.br, kathia.moura@hotmail.com, rosanedros@hotmail.com, katiareginaum@gmail.com, cassijs@hotmail.com, sol-nar@hotmail.com, renatafeltrin32@yahoo.com.br, nanibio05@yahoo.com.br, pedagoga.ceja24@gmail.com, epiprofessor@gmail.com, sefreitas@ibest.com.br, gio.cf@hotmail.com, rejanemsc@gmail.com, danielepatriciapetry@yahoo.com.br, kr.ehlke@gmail.com, crizzls@hotmail.com, saletech@terra.com.br, apaulamoreira@mail.com, ambcaetano@gmail.com, oslir@jgs.sdr.sc.gov.br, belquisbuzzi@yahoo.com.br
 
ATT GRUPO DE ARTICULAÇÃO E COMUNICAÇÃO

domingo, 13 de novembro de 2011

EQUIPE

EDELSON, VERA, ADRIANA E ANÉSIO DA 24 GERED
PESSOAL  PARA QUEM AINDA NÃO CONHECEM OS DOIS PRIMEIROS ( com a sra Salete Chaves, do Homago) SÃO AS PESSOAS QUE SE  RESPONSABILIZARAM EM CRIAR E MANTER FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO ENTRE OS ESPECIALISTAS E ATPs.



ENCONTRO

Dia-a-Dia. Veja o que aconteceu no primeiro dia do Educasul 2011

ESPECIALISTA CRITICA GOVERNO E POPULAÇÃO PELO DESCASO COM A ESCOLA


A escola, no Brasil, se transformou em depósito de crianças e os professores precisam aperfeiçoar seus conhecimentos para melhor aprender e ensinar. A advertência foi feita pelo especialista Celso Vasconcelos, doutor em  educação e filósofo, durante a abertura do Educasul na manhã desta segunda-feira no CentroSul, em Florianópolis. Ele questionou o pouco caso das autoridades e da própria sociedade com relação à má qualidade do ensino e foi enfático ao dizer: "É preciso resgatar a função social da escola". Outro tema que despertou a atenção dos educadores foi "A Ciência do Cérebro" e a influência dos novos conhecimentos sobre o funcionamento da mente humana em sala de aula. Ao falar sobre o tema, a professora Elvira Souza Lima, que há décadas estuda o assunto, criticou as generalizações que estão ocorrendo e foi dura em taxar de "modismo exacerbado" a disseminação das várias "neurolinguísticas". Segundo afirmou, muito pouco das novas descobertas sobre o funcionamento do cérebro vem sendo agregado às salas de aula de forma séria e científica. Ela recomendou a leitura como principal ferramenta dos professores para melhorar o aprendizado dos alunos. "Ler, ler e ler, é fundamental", observou, lembrando aos professores que se deve ler pelo menos a cada dia um pouco de literatura, "isso porque o cérebro de cada um de vocês saberá muito bem recompensar". Nesta terça-feira, segundo dia do evento, os trabalhos terão início às 9h com palestra do pesquisador Erni Seibel sobre "a violência nas escolas públicas catarinenses na percepção dos diretores". Ainda pela manhã, ocorrerão abordagens sobre o ensino e a aprendizagem de Matemática na Educação Básica e apresentação de pôsteres. (Saiba mais no programa em www.educasul.com.br) Resgate Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo, mestre em História e Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e autor de diversos livros sobre o assunto, o especialista Celso Vasconcelos apontou os dois maiores problemas da educação brasileira: a desvalorização social da profissão docente e a falta de cuidado das escolas para que os alunos aprendam. Em consequência, vem aumentando consideravelmente o número de professores que abandonam a profissão em troca por outras atividades mais rentáveis. Capital brasileira com o melhor índice de desenvolvimento humano (IDH) e quarta cidade do país com a melhor qualidade de vida, Florianópolis sedia o Educasul pela sétima vez. O encontro reúne 3 mil participantes, entre gestores de escolas, professores e especialistas até quarta-feira (26). Além da programação das palestras e debates, há no local – com acesso gratuito - uma exposição de produtos e serviços para a educação, incluindo sistemas educacionais, consultoria pedagógica, tecnologia educacional, infraestrutura para escolas, brinquedos pedagógicos, livros, publicações e uma mostra sobre educação sustentável. 
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Mais informações e programação: Acesse http://www.educasul.com.br/2011/evento_diaadia_24.html?Origem e veja as fotos e vídeos feitos no primeiro dia do evento.
Acesse http://www.educasul.com.br/2011/evento_diaadia_24.html?Origem e veja as fotos e vídeos feitos no primeiro dia do evento.

LEI 1139/92

AOS ASSISTENTES TÉCNICOS PEDAGÓGICOS
E ASSISTENTES DE EDUCAÇÃO

Os/as trabalhadores/as tem participado e colaborado com as discussões sobre o Plano de Carreira que o SINTE vem fazendo. É importante que todos/as analisem as propostas para subsidiar a discussão com o governo.


Na Lei atual 1139/92 os AEs e ATPs estão contemplados dentro do quadro que compõem o grupo do magistério Publico Estadual sem definição clara de função.

Em sua proposta de Carreira o SINTE defendo que sejam criados dentro do quadro do magistério dois cargos.

Cargo de professor: Os/as profissionais que exercem funções pedagógicas relacionadas à sala de aula. (professores, orientadores, supervisores e ATPs).

Cargo Administrativo: AEs, administradores escolares, consultores educacionais,técnicos em alimentação escolar, bibliotecários, técnico em infra estrutura.

O governo propõe que sejam criados três grupos ocupacionais dentro do quadro do magistério.
Grupo docente: Professores;
Grupo de apoio direto à docência: Especialistas em Assuntos Educacionais; (ATPs, supervisores, orientadores e administradores)
Grupo de apoio técnico administrativo: (consultor educacional, AE, bibliotecário).

* OBSERVAÇÃO
Neste sentido estamos encaminhando aos emails do grupo de articulação e coordenação: acao.coordenacao@hotmail.com um quadro comparativo com todas as propostas bem como a legislação pertinente.


Executiva Estadual do SINTE/SC (em 10.11.2011)

REPOSIÇÃO


                                                                     REPOSIÇÃO DE AULAS
Ofício Circular nº 056/2011                                                                             Florianópolis, 10 de Novembro de 2011

De: SINTE/SC
Para: Coordenações Regionais
Assunto: Reposição das aulas e Final Ano Letivo 2011


Companheiros/as,

Conforme deliberações do Conselho Deliberativo do SINTE/SC e da Assembleia Estadual de encerramento da greve, realizada em 18/07/2011, ficou definido que o ano letivo se encerre no dia 30 de dezembro, para que não seja criado um impasse com a comunidade escolar quanto à organização das férias familiares de final de ano. Para a entidade, a autonomia das escolas deve ser respeitada e garantida quanto a elaboração de um calendário de reposição, de acordo com as peculiaridades de cada unidade escolar.

A Lei Complementar 170/1998, em seu Art. 26 define o calendário escolar com “Pelo menos duzentos dias de efetivo trabalho escolar por ano, assim entendido como os momentos diferenciados da atividade docente que se caracterizam pelo desenvolvimento de atividades de planejamento, capacitação em serviço, dias de estudo, reuniões pedagógicas e de conselhos de classe, avaliações, recuperação paralela e aqueles diretamente relacionados com o educando, bem como toda e qualquer ação incluída no projeto político-pedagógico da escola, excluído o tempo reservado a exames finais, quando houver”.

Todas as escolas, no pós greve, elaboraram um calendário de reposição, levando em conta suas peculiaridades e particularidades, mas a Secretaria da Educação, passando por cima inclusive de questões legais, está impondo um calendário punitivo aos professores grevistas, determinando que o calendário escolar se encerre apenas em 06/01/2012. Esta imposição é um claro castigo aos professores que paralisaram suas atividades em busca do reconhecimento de seus direitos.

O SINTE/SC reafirma a autonomia das escolas na definição de seu calendário de reposição e reforça a orientação de que o calendário de reposição deverá ser definido com o encerramento do ano letivo em 30/11/2011. Para isso a entidade tomara todas as medidas possíveis, tanto políticas quanto jurídicas, para garantir que estas deliberações das escolas sejam acatadas pela SED.

Orientamos os trabalhadores em educação a seguirem o calendário de reposição estabelecido, sempre documentando ao máximo todas as atividades e dias de reposição, como forma de garantir todas as provas documentais de que o calendário de reposição foi cumprido na sua integralidade.

Aos professores Admitidos em Caráter Temporário, mesmo que seu contrato encerre em 20/12/2011, estes deverão cumprir todo o calendário de reposição, como forma de trabalhar todos os dias previstos no calendário, sob pena de desconto dos dias já pagos e não trabalhados. Mesmo que o contrato encerre em 20/12/2011 e estes ministrem aulas após esta data, estes profissionais terão todas as garantias legais caso aconteça algum acidente ou outro tipo de imprevisto.

Sendo o que se apresenta no momento, subscrevemo-nos;

clip_image002
clip_image004Atenciosamente,



Alvete Pasin Bedin
Coordenadora Geral

Anna Julia Rodrigues
Secretária Geral